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Muitas mulheres acima do peso sofrem por não se encaixarem no padrão de beleza vigente. Eu conheço mulheres fofinhas que são tristes e solitárias e sempre lhes digo que na verdade elas não acharam o cara certo. Porque existem muitos admiradores deste tipo de mulher. Há sites na internet especializados nisso.
Também conheço muitas fofinhas bem resolvidas, que sabem tirar proveito de cada centímetro a mais em suas medidas. Que usam toda a sua fartura para receber e proporcionar prazer, desde que estejam na companhia certa. E foi uma dessas que há cerca de 18 anos fez com que eu mudasse minha opinião. Não, eu não nasci gostando das gordinhas. A TV me ensinou desde cedo que a gostosa era a magrela do comercial de cerveja ou de cigarros. Era pra ela e por ela que eu deveria me tornar um homem bem sucedido, fumante e alcoólatra.

Então apareceu a primeira fofinha da minha vida. Foi ela que me mostrou tudo que uma mulher farta tem a oferecer. E posso te garantir que, se sexo é algo que envolve contato, atrito e líquidos corporais, você há de concordar que uma fofinha tem muito mais a oferecer. E desde então isso se tornou meio que um padrão. Não que todas tenham sido gordinhas a partir daquela. Houve magrelas e até malhadas no percurso. A mãe do meu filho era professora de educação física e viciada em malhação. Mas analisando de uma forma ampla, as fofinhas tem um grande valor.
Se você é fofinha e quer emagrecer por você, porque não se sente bem, tem todo o meu apoio. Mas se você está fazendo isso em busca de um padrão universal absurdo, eu lhe digo: pare já! Não troque seu corpo, troque seu pensamento e, se for o caso, seu homem. Ache um que saiba dar valor a cada pedacinho de tudo o que você tem. Porque quem gosta de osso é cachorro!